
Monumento Histórico Nacional a la Bandera
Após uma desastrosa saída de Córdoba, vou para a cidade de Rosário, a 401 km.
Na rodoviária haviam me informado que a viagem duraria cerca de 6h, mas para minha surpresa cheguei bem antes que o esperado. Peguei o ônibus que saía a 1h e cheguei em Rosário as 5h40. Não sei se por ser uma viagem noturna ou se o motorista correu demais. Aliás, diversas empresas fazem esse trajeto com ônibus que saem a cada hora, às vezes menos.
Vim pela empresa Sierras de Córdoba, em serviço cama, que saiu 82 pesos, sem refeição.
Como cheguei antes do que imaginava, ainda de noite, esperei amanhecer na própria rodoviária. Não queria caminhar a noite, estava com trauma de taxistas e de qualquer forma não poderia fazer meu check-in em nenhum hostel a essa hora.
Lá pelas 7h eu saí, caminhando. Na rodoviária se pode conseguir um mapa da cidade e, dessa forma, não foi difícil encontrar o caminho. Só calculei um pouco mal a distância, que com a mochila foi um pouco pesado, mas nada demais.
Como ainda estava muito cedo, parei em um café para comer um pouco, descansar e fazer uma hora. Lá, lembrei de um amigo, que há poucos dias, havia me perguntado sobre facturas, e que ele havia adorado quando esteve em Buenos Aires. Eu tinha dito que não me atraiam muito, mas quando estava nesse café (que não lembro onde era nem o seu nome) vi que ainda não tinha experimentado facturas de qualidade, até aquela hora. São realmente deliciosas!
Algum tempo depois cheguei ao hostel. Em Rosário escolhi o Rosário Inn ($ 35,00), que fica muito próximo ao Rio Paraná e a três quadras do Monumento Histórico Nacional a la Bandera, e até agora me parece bom. Como estava a quase dois meses em Córdoba, e tinha quase uma família no hostel, está sendo um pouco estranho estar em um hostel novo, mas… a tudo se acostuma.






