Modismos argentinos

Não adianta fazer cursos de idiomas, quando se vai para outro país (no meu caso a Argentina), sempre vamos nos deparar com expressões próprias do lugar e que, algumas vezes, fazem com que não entendamos nada do que estão falando.

Isso é mais fácil de perceber se pusermos o português em questão. Presenciei algumas vezes estrangeiros vendo o filme Cidade de Deus, onde o português usado está a anos-luz de uma norma culta e do que qualquer curso de português ensinaria. Resultado: não entendiam uma palavra e tinham que ler as legendas, numa tradução um pouco distante do estava sendo dito.

Na Argentina, ainda temos o lunfardo, que são expressões originárias tanto de presos, para que não fossem compreendidos pelos guardas, como de imigrantes da zona portuária de Buenos Aires do século XIX.

Se pegarmos uma letra antiga de tango, dá pra entender bem o estou dizendo. O lunfardo é amplamente utilizado. O melhor nessas horas é ter um intérprete local que vá traduzindo toda a canção ou viver um bom tempo por lá.

Para ilustrar o post, escolhi mais um quadro do humorista Peter Capusotto, que não perdoa ninguém, e pega no pé tanto da gíria de rua, como dos estrangeirismos tontos, utilizados por uma juventude mais ‘descolada’.


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