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Custos no Chile 29 setembro 2009 as 0:46 de Rodrigo Souza

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Para quem vem ao Chile uma coisa importante é ter uma idéia dos preços praticados por aqui. Algumas coisas podem assustar, e esse susto pode se tornar ainda maior se está vindo da Argentina, como foi meu caso.

As comidas tem preços um pouco parecidos, com algumas coisas mais caras e outras mais baratas. No geral, ao meu ver, são um pouco mais caras que no Brasil, pelo menos em Curitiba, onde vivo. Mas se pode comer pescados, incluindo o salmão que no Brasil é caríssimo, por preços razoáveis. Já a carne bovina, deixa muito a desejar. Não pelo preço mas pelo sabor e maciez.

A cerveja é um pouco mais cara e os vinhos mais baratos e muito melhores. As frutas, dependendo da estação e da fruta, podem ter preços bem altos.

Para os fumantes, é bom avisar que os cigarros são mais caros, mais que no Brasil e muito mais que na Argentina. Conheci gente que, vindo da Argentina, comprava maços e maços de cigarros para não ter que comprar no Chile.

Agora, para não assustar demais as pessoas que querem vir ao Chile, posso dizer que algumas coisas podem valer bastante a pena comprar por aqui. É o caso dos eletrônicos, que tem menos impostos e podem sair por preços bem atraentes. Uma câmera fotográfica (cuidado com os roubos em Santiago) ou um notebook são boas opções.

Para os mochileiros, comprar uma mochila por aqui também pode ser uma boa pedida, mais até que na Argentina. Vele a pena dar uma conferida. Comprei uma Doite e me pareceu bom negócio.

Não acho bom negócio vir com reais e trocar em casas de câmbio daqui. Eu sempre saco dinheiro em caixas eletrônicos e consigo cotações bem melhores. Vi em uma casa de câmbio, que trocava 1 real por 240 pesos chilenos. Sacando, consegui 1 por 290, o que dá uma bela diferença. Só não esquecer que os bancos cobram taxas por saque, então é bom fazer poucos.

Por fim, como fiquei um bom tempo na Argentina, confesso que muitas vezes dá vontade de voltar para lá e pagar por preços mais atrativos. Mas por enquanto sigo por aqui, tentando me adaptar.

Exemplos de preços (em pesos chilenos), em setembro/09:
Hostel: Na faixa de $ 6.000 (Valparaíso e Viña), $ 8.000 (Puerto Varas e Puerto Montt) e $ 9.000 (Santiago).
Cerveja Escudo 1 L em um bar: Na faixa de $ 2.000

Sítios web de lojas:
www.doite.cl/
www.falabella.cl/
www.ripley.cl
www.paris.cl/

Crédito da imagem: SXC

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+ Primeira vez em Buenos Aires Por Rodrigo Souza 27 setembro 2008 as 15:52 1 comentário

Show de tango no Café Tortoni.

Cheguei em Buenos Aires com muito pouco dinheiro argentino, que havia trocado ainda em Posadas. O peso argentino — representado pelo símbolo $ — estava por volta de $1,74 por cada real que carregava. O problema é que não carregava muito. A maneira mais fácil que encontrei, foi sacar de caixas eletrônicos, os cajeros automáticos. Para isso, paga-se uma taxa por saque, em torno de R$ 8,00, que vem descontado em conta corrente.

Várias pessoas levam dólar e depois trocam por pesos. Eu, particularmente, levo alguns reais e o resto, vou fazendo saques, tomando cuidado em não fazer tantos e gastar muito dinheiro com taxas. Acho mais prático.

No próprio albergue consegui um mapa da cidade com as linhas de metrô. No início andei muito, até me dar conta do preço do transporte de Buenos Aires. O ônibus e o metrô custam menos que 1 peso, ou seja, em real é perto de 50 centavos (Mais informações, no site da Metrovias, empresa que opera o metro da capital argentina). O taxi também não é caro e, a noite, quando o metrô não está em funcionamento, vale a pena pagar por um.

Durante o dia, não é difícil cruzar com alguns grupos de brasileiros, em excursão. Seja em frente a Casa Rosada ou no Caminito, eles estão por toda parte. Talvez por isso, o tradicional e centenário Café Tortoni tenha um brasileiro entre os garçons, devido ao grande número de brasileiros que vão assistir aos geniais shows de tango (50 pesos).

É muito importante estar bem informado e preparado para as temperaturas da cidade, o que não foi o meu caso, que podem ser muito frias no inverno, inclusive com neve, e muito quentes no verão.

Um passeio muito realizado é a travessia para o Uruguai, através do Rio da Prata, em um barco da empresa Buquebus. O destino: Colônia del Sacramento. Grande parte das pessoas vão no início do dia e retornam para Buenos Aires no final da tarde, outros, como eu, permanecem na cidade.

Veja também o post: Existem opções ao Buquebus.

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+ Peru – La plata Por Rodrigo Souza 28 abril 2008 as 12:43 Nenhum comentário

A atual unidade monetária do Peru é o Nuevo Sol (cujo símbolo é S/), ainda chamada popularmente de Sol.

Talvez seja difícil trocar outra moeda que não seja o dólar, então é melhor sair com eles daqui. O dólar é aceito em hotéis, supermercados e lojas de Lima e das principais cidades — Essa última informação é meio estranha, mas tudo bem.

Na maior parte dos lugares, uma boa refeição pode ser encontrada por menos de US$ 3 e o transporte é barato (ótima notícia!). Nas localidades maiores, as coisas são um pouco mais caras.

Por menos de US$ 30 pode-se percorrer o país de ponta a ponta. As viagens custam cerca de US$ 1,50 a hora ou menos.

Mas o que mais me interessou foram as cervejas, com destaque para a Cusqueña, de Cuzco, e a Arequipeña, de Arequipa. Nos destilados o destaque é o Pisco, que sempre achei que fosse chileno.

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