Trabalhar na viagem

trabalho em recepção de hostel

Para viagens longas uma coisa interessante a se fazer é conseguir trabalho em alguns lugares. As vantagens são muitas, pois além da economia, se amplia contatos e experiências.

A maneira mais fácil de conseguir trabalho em outro país, pelo menos para mim, é aproveitar a amizade que se faz em hostels e conseguir algo aí mesmo. Seja um web designer (diseñador web), poliglota, jardineiro, eletricista, tatuador… sempre é possível conseguir algo.

Hoje em dia é imprescindível que um hostel tenha uma página na internet, então são sempre bem vindas pessoas que possam construir sítios, fazer manutenção, ad-words… Manutenção em equipamentos, configurações e instalações também são úteis.

Os que falam mais de um idioma tem a opção de trabalhar em recepção, principalmente quando fala o idioma da maioria dos visitantes. Não quero, com isso, dizer que o inglês seja sempre fundamental, embora seja bom ter algum conhecimento.

Por ter um ambiente mais informal, já vi tatuadores trabalhando dentro de hostels (quando esses permitem) e artesões vendendo algumas peças. Jardinagem também é um conhecimento que é útil em muitos lugares, principalmente em cidades menores, onde existem hostels com uma grande área verde.

trabalhando com tatuagem na viagem

Em algumas páginas na internet se pode tentar algo antes mesmo de sair de viagem. É o caso do Ho.la hostels, que é uma rede de albergues na América Latina. Oura opção, para Peru e Bolívia, é o Loki hostels.

É claro que é mais arriscado, e não recomendo, viajar sem dinheiro nenhum (ou muito pouco) com a esperança de conseguir trabalho fácil. Vejo esses trabalhos como uma forma de ficar um pouco mais nos lugares e conhecer mais locais e pessoas. Não como uma receita fundamental que, sem ela, se vá passar fome ou não ter onde dormir. Na América Latina não é tão fácil ganhar dinheiro a ponto de voltar com dinheiro para o Brasil, mas trabalhando em troca de hospedagem já vejo como uma grande vantagem.

Finalizando, as opções poder ser muitas dentro de um hostel (invente a sua). Embora não sejam tão fáceis de conseguir, são uma boa opção para economizar um pouco e ocupar a cabeça, já que tanto tempo viajando as vezes cansa.




Por Rodrigo Souza

Editor e idealizador do Projeto Latinoamérica. Google+

3 comentários

  1. Acho que você tatuou o homem invisível. Que legal que você arranjou algo para tirar uma graninha, mas queria apenas dar uma dica. Não use mais essa camisa da argentina, isso complica a sua volta, pode ser perigoso…

  2. Opa, comprei mais cinco camisetas para dar de presente aos amigos, hehehe
    Brincadeira. No hostel trabalhei três dias somente, que foi mais para quebrar um galho quando alguém não pôde vir. Não dá para tirar uma graninha mas economizo um pouco.
    E não fiz nenhuma tatuagem. Eles não tinham tinta invisível e o incrível átomo tinha uma desenho muito complicado 🙂
    abraços

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